terça-feira, 6 de julho de 2010

Ensaio sobre o amor V


'Quando se apaixona é uma loucura temporária. Ela surge como um terremoto e depois se acalma, e quando se acalma você tem que tomar uma decisão. Ver se suas raízes ficaram tão entrelaçadas ao ponto de ser inconcebível se separarem. Porque isso é o que é amor. O amor não é a falta de fôlego. Não é a excitação. Não é o desejo de acasalar a cada segundo do dia. Não é imagina-lo beijando cada parte do seu corpo. Isso é estar apaixonado. Amor é o que sobra quando a paixão se consumiu.'

Te amo, xuxu! Embora me encontre loucamente apaixonado! "


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Via-se.
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Eu te amo. Casa comigo. Fica comigo pra sempre. Eu te amo mais.
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É o fim de tudo isso. O fim das juras de amor. O fim da eternidade.

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Você é tudo o que eu poderia desejar e mais um pouco. Você é a

mulher da minha vida. Não é apenas um fim, é onde todas as

declarações de amor e todos os momentos vividos sob a lua não passam.

Te amo demais. Quando o sol parou de brilhar. É onde ficam, só.

Sustenidos. Ficam sustenidos. Ficam ali, de onde não hão-de passar.

Quando um provável futuro pára no presente e relega-se ao passado. É o fim.

O fim é aquilo que chega e deixa com que o passado

que nunca foi passado tome o lugar do presente.

Deixa que o presente vire passado e o futuro um presente amargo.

É quando e onde o mar quer se afogar.

É o fim. Quando o infinito pára, o eterno morre - e o coração chora.

Quando tudo se vê bruscamente diminuto.

Me ama pra sempre. Ich liebe dich, mein Schatz.

O fim não é o fim. O fim é apenas um começo. Um meio. Me abraça

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Maio de 2010