segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mon amour,

eu te amo, tão absurdamente, tão inteiramente, tão sem fim, e tanto!
que dizer apenas isso parece dizer pouco,
e essa saudade é uma tortura - que só é doce porque é tua;
vou inventar um novo vocabulário pro amor,
esse amor,
ínfimo
diante
de
nós
do
is
ii
.
.
.